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Valores de bolsa estágio

Veja a listagem com os dez cursos mais bem pagos:

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Matrículas na Educação


De acordo com dados do último Censo da Educação Básica do Inep/MEC de 2017, existem no Brasil 7.930.384 matriculados no ensino médio. Já no médio técnico temos 1.463.733 alunos em todo o país. Juntando os dois níveis (médio + médio técnico), temos 9.394.117 estudantes, desses, 328.073 realizam os cursos concomitantemente. 


Já no nível superior, segundo o Censo da Educação Superior do Inep/MEC de 2017, temos 8.286.663 alunos com crescimento de 3,0% em relação ao ano anterior. Desses, 6.529.681 são de cursos presenciais (uma diminuição de 0,3% em relação ao ano passado) e 1.756.982 de educação à distância (aumento de 17,5% no mesmo período). 


Em 2017, 17.593.459 candidatos foram inscritos para vestibulares em cursos presenciais e a distância. Contudo, apenas 10.769.657 de vagas foram oferecidas, sendo 73,36% novas e 26,64% remanescentes.

Das novas vagas oferecidas, 36,30% foram preenchidas, enquanto apenas 12,13% das remanescentes foram ocupadas no mesmo período. Dos 17,5 milhões de aspirantes a um curso superior, 7.968.023 queriam universidades públicas, enquanto 9.625.436 focaram nas particulares.

Infelizmente, desses, somente 18,3% (3.226.249) conseguem atingir o sonho de entrar em uma faculdade. Ou seja, 14.367.210 não tiveram acesso à educação superior naquele ano. 


Dos 7.968.023 almejando uma oportunidade em entidades federais, estaduais e municipais, apenas 7,39% passam (589.586). Nas privadas, a porcentagem sobe para 27,39%, dos cerca de 9,6 milhões.

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Ensino Médio e Educação Profissional

O último Censo Escolar do Inep/MEC 2017 contabilizou aproximadamente 48.608.093 de matrículas, distribuídas em diferentes etapas e modalidades de ensino da educação básica. Desses, 7,9 milhões são do ensino médio e podem estagiar a partir dos 16 anos. Se compararmos entre 2016 e 2017, veremos um declínio de 188.419 alunos, isto é, 0,4%. 


Quando falamos do ensino profissionalizante, é possível notar um baixo número de alunos. Temos 1.463.733 matriculados em todo o país. Esse número diminuiu em relação a 2016 (eram 1.917.192), uma diferença de 4,5%. 


No total, temos quase 9,4 milhões de alunos no médio e médio técnico aptos a estagiarem, mas apenas 260 mil conseguem uma vaga, representando 2,7% dos estudantes brasileiros. 

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Ensino Superior


De 2002 a 2017, o número de alunos na educação superior passou de 3,5 para 8 milhões. Já o total de concluintes do ano passado subiu 2,6%, passando de 1.169.449 para 1.199.769. É importante ressaltar o número de licenciados formados: 253.056 (apenas 21,09% do número total de formados), podendo exercer o cargo de professor no ensino médio. Ou seja, cada vez há um menor interesse pela área acadêmica. O bacharelado atrai 62,48% e o tecnólogo 16,41% dos universitários.


Os ingressantes também evoluíram em 2017: atualmente, 3.226.249 entram no ensino superior, contra 1.805.102, há dez anos. São 35.380 cursos de graduação, distribuídos em 2.448 instituições (296 públicas e 2.152 particulares). Quando comparado com 2015, observamos um aumento de 240.605 alunos. 


Apesar do avanço no número de formandos, infelizmente apenas 37,2% dos calouros "pegam o diploma", sendo 251.793 no setor público e 947.976 no privado. Grande parte desses estudantes não conclui ou abandona o curso provavelmente por falta de condições financeiras. Esses números provam a importância do estágio, pois ele contribui para auxiliar o futuro profissional a custear seu curso. Afinal, para estagiar, o jovem obrigatoriamente precisa estar regularmente matriculado. 

Dos mais de 8.286.663 milhões de jovens universitários, 68,33% optaram pelo bacharelado, enquanto 19,18% fazem licenciatura e 12,05% são tecnólogos. Estudam em universidades privadas 6.241.307 (75,31%) e em públicas 2.045.356 (24,68%). 


Quando olhamos para a faixa etária, há 28.695 jovens com menos de 18 anos (0,3%). Entre 18 e 24 anos são 4.264.647 (51,4%), de 25 a 29 anos são 1.609.352 (19,4%), de 30 a 39 anos são 1.613.775 (19,4%) e de 40 a 64 anos, 762.402 (9,2%). 


Além disso, destaca-se o fato de termos 8,28 milhões de estudantes no ensino superior e 7,6 milhões de estudantes inscritos no Enem - Exame Nacional do Ensino Médio, no ano de 2017. Ou seja, um volume inferior de estudantes interessados em ingressar em uma graduação. "O grande desafio não é apenas entrar em um curso, mas sim permanecer nele até a graduação. O estágio, nesse sentido, serve como um incentivo para isso acontecer", afirma Seme Arone Junior, presidente da Abres - Associação Brasileira de Estágios. 

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Total de Matriculados - Inep/MEC 2017

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Total de Concluintes - Inep/MEC 2017


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Ensino Superior Tecnólogo


A expansão de matrículas também ocorreu no nível tecnólogo, com um aumento de 321% nos últimos 12 anos. Se em 2005, havia 237.066 alunos, em 2017, chegou-se aos 999.289. Do total, 163.664, ou seja, 16,3% estudam em escola pública. Já em instituição privada são 835.625 estudantes (83,6%). Esse tipo de graduação é diferente das convencionais, por ter uma carga horária reduzida e uma grade mais prática, focada na preparação para o mercado. 


Atualmente, ingressam 617.317 alunos nessa modalidade. Entre 2011 e 2012, o número de universitários subiu 22,2%, de 2012 para 2013, 3,8%, de 2013 para 2014, 9,2%, de 2014 para 2015, 10,3%. No entanto, o crescimento no número de estudantes desse nível foi menor de 2015 para 2016, ampliando apenas 1,02%. A recuperação ocorreu de 2016 para 2017 com aumento de 16,16%. 


Contudo, esse aumento de alunos em cursos tecnológicos ainda é maior, se confrontarmos com os de bacharelado e de licenciatura. Esses, entre 2012 e 2013, cresceram 4,4% e 0,6%, respectivamente e entre 2013 e 2014, 8,1% e 6,7%, de 2014 e 2015, 3,9% e 1,9%. Porém entre, 2015 e 2016, tanto bacharelado, quanto licenciatura tiveram um leve crescimento: 0,6% e 3,3%.

Já, entre 2016 e 2017, respectivamente, houve um aumento de 5,6% e 8,9%. 


De acordo com o Censo de 2017, temos 7.005 cursos tecnólogos no país, sendo 1.197 em instituições públicas e 5.808 em instituições privadas. Em 2017, foram 196.999 concluintes no Brasil. 

Ensino Superior à Distância


Entre os anos de 2016 e 2017, as matrículas aumentaram 17,5% nos cursos à distância e caíram 0,4% nos presenciais. Desse modo, os cursos de EAD já representam 21,2% do total de matrículas em graduação. Mesmo sendo uma participação menor, é a maior da modalidade EaD no ensino superior em dez anos. 


Dos 1.756.982 alunos matriculados em EAD, 1.591.410 estudam em instituição de ensino privada (90,6%) e 165.572 (9,4%) em instituição pública, já são 2.108 cursos de graduação a distância.

Dos matriculados eles se dividem em 745.611 na área de educação, 18.081 em humanidades e artes, 690.515 em ciências sociais, negócios e direito, outros 48.462 estudam ciências, matemática e computação, 58.917 fazem engenharia, 4.573 cursam agricultura e veterinária, 129.841 optaram por saúde e bem-estar social, 60.982 serviços. 

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O perfil do universitário brasileiro


O Censo 2017 aponta tendências no perfil dos universitários brasileiros. Cerca de 56,95% (4.719.482) dos matriculados no ensino superior são formados pelo sexo feminino. Considerando os estudantes matriculados em cursos presenciais, 6.529.681 alunos, 59,5% estudam no período noturno (3.888.812). Ou seja, apenas 2.640.869 (40,4%) cursam durante o dia. 


Quando olhamos a quantidade de universitários por região do país, constatamos: dos 8 milhões de alunos, 673.777 são da região Norte, 1.746.656 do Nordeste, 3.705.394 do Sudeste, 1.388.211 no Sul e mais 772.300 alunos no Centro-Oeste. 

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Ingressam 3.226.249 alunos em todo Brasil, sendo 260.037 (8% do total) no Norte; 624.310 no Nordeste (19,3%); 1.485.196 no Sudeste (46%); 537.093 no Sul (16,6%); e 319.162 no Centro-Oeste (9,9%). 


Por fim, a minoria escolhe ser professor no país, ou seja, apenas 20,1% dos ingressantes optam pela licenciatura, contra 60,1% optantes do bacharelado, outros 19,1% para tecnólogo. 


Enquanto isso, o número de concluintes é de 1.199.769 universitários, sendo 92.394 na região Norte (7,7%); 227.588 no Nordeste (18,9%); 561.573 no Sudeste (46,8%); 202.563 no Sul (16,8%); 115.650 no Centro-Oeste (9,6%). 

O jovem fora da escola


De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - PNAD, de 2018, moram na Região Sudeste 42,2% da população brasileira, na Região Norte, 8,7% e na Região Centro-Oeste 7,7%. Desse total da população brasileira, 51,1% são mulheres e 48,9% são homens.


Crianças, adolescentes e jovens de até 29 anos de idade correspondem a 42,9% da população brasileira total, de acordo com o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Os jovens de 15 a 29 anos de idade correspondiam a 22,7% da população e a taxa de ocupação dessa faixa etária foi de 44,1%.


Infelizmente, grande parte dos brasileiros não têm acesso à educação. Segundo dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2018, 24,6 milhões de brasileiros entre 15 e 29 anos estão fora da escola, ou seja 51,7%. Entre 18 e 24 anos, fase de ingressar em uma universidade, 61,9% não estudam. Entre os jovens de 15 a 29 anos de idade, cerca de um em cada cinco não frequenta a escola e não trabalha.


A falta da frequência na escola também reflete na busca por um trabalho. Segundo pesquisas realizadas pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a taxa de desemprego entre os jovens de 18 a 24 anos, em 2018, foi de 25,8%. Os motivos são diversos: a falta de domínio da língua portuguesa, de ferramentas de informática e postura inadequada, competência aprendidas no contato com educadores. Somente 27,2% dos jovens entre 18 e 24 anos ingressam em uma faculdade.


A taxa de ocupação das pessoas de 18 a 24 anos foi de 50,3%, em 2018, sendo que 67,9% dos jovens neste grupo somente trabalhavam e 32,1% trabalhavam e estudavam. O percentual de jovens nesta faixa etária que somente estudava foi de 21,5%. Já no grupo de 25 a 29 anos de idade, observou-se que apenas 17% estudavam, sendo que 11,5% conjugava estudo com trabalho. Além disso, 57,3% neste grupo etário somente trabalhavam e a taxa de ocupação foi de 68,8%.

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Vagas de estágio no Brasil


De acordo com pesquisa realizada pela Abres, o número de estagiários no Brasil antes da aprovação da Lei n° 11.788 era de 1,1 milhão. Segundo a última pesquisa, finalizada em dezembro de 2017, esse número é de 1 milhão, sendo 740 mil para o ensino superior e 260 mil para o ensino médio e técnico. As cifras foram resultados de um levantamento feito com os agentes de integração e instituições de ensino do país. 


Assim, considerando 2008, antes da aprovação da lei e da crise econômica mundial, quando tínhamos 1,1 milhão de estagiários no país, o número diminuiu 9,1%. Segmentando por nível, eram 715 mil no superior e agora são 740 mil, ou seja, um aumento de 3,5%. Já no médio eram 385 mil e agora 260 mil, uma redução de 32,5%. Um dos motivos para o maior avanço no superior é a limitação no artigo 17 da atual lei de estágios, 11.788/2008, para contratação de alunos do ensino médio. Infelizmente, muitos jovens precisaram voltar para casa. 


O maior número de vagas oferecidas são para estudantes de Administração (16,8%), Direito (7,3%), Comunicação Social (6,2%), Informática (5,2%), Engenharias (5,1%) e Pedagogia (4,2%). Apesar disso, em algumas carreiras faltam candidatos para preencher a demanda de oportunidades oferecidas pelas empresas, principalmente Engenharia, Estatística, Matemática, Biblioteconomia, Química e Secretariado Executivo. Nesse caso, as empresas oferecem bolsa-auxílio mais alta. 


Sobre a melhor época para procurar uma vaga, o presidente da Abres dá uma dica aos estudantes.

"Nós sempre aconselhamos o jovem a buscar uma vaga já no primeiro ano de curso, dessa forma, é possível construir uma carreira profissional de sucesso desde cedo", afirma Seme Arone Junior. 


Infelizmente, o número de estudantes é muito maior em relação à oferta de vagas e a grande maioria não consegue uma oportunidade. Se analisarmos ainda mais esses números, nos deparamos com uma situação preocupante. Temos 18 milhões de possíveis estagiários, quando consideramos a soma dos níveis superior, médio e técnico, porém apenas 5,5% deles conseguem estagiar. 

Pesquisa revela quanto recebe um estagiário no Brasil


Engenharia ou Ciências Atuariais? Relações Públicas ou Economia? Qual o curso com os estagiários mais bem pagos? As dez áreas com maior remuneração? A fim de levantar os valores oferecidos, o Nube - Núcleo Brasileiro de Estágios promoveu a 'Pesquisa Nacional de Bolsa-Auxílio 2018'. Realizada desde 2008, o atual resultado apontou a média geral em R$ 968,18, ou seja, 3,4% menor comparado a 2017, quando o índice era de R$ 1.002,79. O cenário demonstra os efeitos da recessão. 


O estudo ocorreu de janeiro a dezembro de 2018, com 62.468 participantes de 16 a 71 anos, em todo o país. O levantamento revelou um montante de R$ 1.095,89 para quem está no nível superior, queda de 2,65% em relação ao ano passado. Para os tecnólogos houve um declínio de 0,83% nos pagamentos, ficando em R$ 1.003,23. O ensino médio técnico ficou quase estável, com um leve recuo de 0,05%, ficando em R$ 767,90. Já para quem está no nível médio, uma boa notícia: o valor é de R$ 631,10, crescimento de 1,72%. 


Na visão do presidente do Nube, Carlos Henrique Mencaci, o quadro é consequência da crise econômica, a qual se traduz atualmente em 12,7 milhões de desempregados, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. "A situação financeira do país também impactou o mercado de estágios. Muitas companhias fecharam vagas, dispensaram colaboradores ou diminuíram as remunerações para enxugar o orçamento", explica. 


Quando a análise é feita por gênero, a quantia para os homens é maior, de R$ 1,022,54. Para as mulheres, o valor ficou em R$ 924,83. "Essa diferença é chamativa. Contudo, quando falamos de estágio, isso é explicado pela presença massiva dos rapazes em carreiras exatas, como Engenharia. Já as moças optam mais pelo campo de humanas, o qual possui pagamento inferior, na maioria das vezes", sintetiza Mencaci. Ao se observar um curso específico, não há esse tipo de divergência entre as bolsas-auxílio oferecidas. Na região Norte, por exemplo, as estagiárias são mais bem pagas, recebendo em média R$ 797,19, enquanto eles recebem R$ 734,70. 


Na segmentação por idade, os estudantes entre 24 a 29 anos apresentaram a melhor média, chegando a R$ 1.117,70. Já os alunos entre 16 e 18 anos recebem R$ 654,28. Muitas empresas aumentam a bolsa dos estagiários dependendo do período do curso. Assim, no primeiro ano é menor e vai evoluindo conforme o discente avança na formação. "Porém, independentemente de idade, os recrutadores buscam candidatos capacitados e dispostos a se desenvolverem no ambiente corporativo. Por isso, o estágio é o passo fundamental para aumentar os conhecimentos e constituir uma carreira de sucesso", orienta o presidente. 


A região com melhores remunerações é a Sul, com R$ 1.022,35. Logo em seguida ficou a Centro Oeste, com a quantia de R$ 1.010,13. Em terceiro lugar vem a Sudeste, com R$ 969,31. As localizações Nordeste e Norte apresentaram R$ 908,10 e R$ 760,80, respectivamente. 


Uma curiosidade sobre a pesquisa é a permanência dos cursos de Engenharia, Economia e Química no ranking desde 2008. Relações Internacionais só não figurou entre os dez mais bem pagos em 2014. Uma carreira nova, Ciência e Tecnologia, estreou em 2013 e permanece até hoje. Já no nível Superior Tecnólogo, inserido no estudo a partir de 2009, destaca-se Sistemas de Informação, pois nunca saiu do Top 10. Secretariado e Comércio Exterior aparecem desde 2010 e Redes de Computadores só ficou de fora em 2011. Já Banco de Dados está na liderança há três anos. 


Enquanto isso, no Médio Técnico, Segurança do Trabalho, Química, Mecatrônica e Mecânica estão firmes desde 2008. Já Eletroeletrônica entrou em 2012 e se mantém desde então. Automação tem os melhores valores pagos aos estagiários desde 2015. Contudo, quem mais ficou no topo do pódio foi Segurança do Trabalho, quatro vezes desde 2008. 


Após quatro anos consecutivos em primeiro lugar, Agronomia não ocupa mais a posição, a qual agora pertence às Ciências Atuariais. Segundo Mencaci, as transições políticas e econômicas deram espaço ao ramo. "Com as discussões causadas pela Reforma da Previdência, mais pessoas se atentaram para as questões de seguro, pensões e aposentadoria, por exemplo. Qualquer cálculo de riscos feito em uma seguradora é função do atuário. Isso se aplica desde planos de saúde a pesquisas estatísticas", explica. Logo, a área ganha destaque e valorização no mundo corporativo. 

Em relação às instituições, o presidente destaca os benefícios do investimento nos jovens. "A lei 11.788/2008 garante para as empresas a isenção de encargos previstos na CLT. Além disso, a possibilidade de contar com um talento cheio de energia para desempenhar um bom papel motiva diversos setores a contratarem estagiários", afirma. A dica é oferecer uma contraprestação competitiva e compatível com a mensalidade da faculdade do aluno. Afinal, muitos utilizam o montante para custear os estudos. 

Certamente o dinheiro é relevante, mas para quem ainda está indeciso sobre a carreira, a recomendação é apostar em testes vocacionais. Afinal, as demandas do mercado mudam e seus sonhos permanecem. "Uma escolha pensada considerando seus gostos, habilidades e desejos pode trazer satisfação pessoal e profissional por mais tempo", finaliza Mencaci. 

A Abres acredita no estágio como o maior instrumento de inserção do jovem no mercado de trabalho. Com essa oportunidade muitos alunos poderão realizar o sonho de ter uma carreira de nível superior e ainda completar sua formação.

Fonte: ABRES - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTÁGIOS


 
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